“Toy Story 5” vira o filme mais visto de 2026 e transforma cinema em reencontro de gerações

Longa da Disney e Pixar emociona crianças e adultos ao unir nostalgia e nova geração em uma das maiores bilheterias do ano no Brasil 

A nova animação da Disney e Pixar não chamou atenção só das crianças. Ela também atraiu quem cresceu com Woody e Buzz Lightyear desde o primeiro filme e lotou os cinemas em todo o Brasil.

“Toy Story 5” chegou em 2026 com uma estreia que não passou despercebida. Em poucos dias, o filme já estava entre os mais comentados e virou o mais assistido do ano no país. Mas o que mais chama atenção não é apenas o número de público, e sim quem está indo assistir.

De um lado estão as crianças conhecendo esse universo pela primeira vez. Do outro, adultos que acompanham a história desde 1995, quando tudo começou. Pessoas que viram a franquia nascer, crescer e agora voltam ao cinema quase como quem revisita uma parte da própria vida.

O filme mexe justamente com isso, memória. Não é apenas uma continuação, é um retorno. Woody, Buzz e os outros personagens surgem em um momento em que o mundo das crianças mudou completamente, mais digital, mais rápido e cheio de distrações. Esse choque entre o antigo e o novo acaba sendo o centro da história.

Talvez por isso tenha funcionado tão bem. Não é só sobre brinquedos falantes, mas sobre o tempo passando. Sobre o que a gente deixa para trás sem perceber. E sobre como algumas histórias não acabam, apenas mudam de forma.

Nas salas de cinema, isso vira uma mistura curiosa, risadas das crianças e silêncio nostálgico de quem já viveu outras estreias da franquia. No meio disso tudo, um filme que prova que ainda existe espaço para histórias que falam com todo mundo ao mesmo tempo.

“Toy Story 5” não é apenas um sucesso de bilheteria. É aquele tipo de filme que faz a gente lembrar por que começou a gostar de cinema lá atrás.